9/17/2026

Gilvane Lídia de Brito: literatura e educação em Alagoinha do Piauí

Educadora, escritora e incentivadora da leitura, Gilvane Lídia participa do Projeto Piauí em Letras desde a sétima edição


Imagem: Piauí em Letras | Edição: Firefly


Natural de Alagoinha do Piauí, Gilvane Lídia de Brito construiu sua trajetória profissional e cultural unindo educação, literatura e incentivo à leitura. Coordenadora da Unidade Escolar Francisco Teodoro de Brito, ela também atua em projetos voltados à formação de leitores e à valorização da produção literária.

Licenciada em Normal Superior pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI), Gilvane Lídia possui pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional. Além da atuação na área educacional, exerce a função de coordenadora administrativa do Club de Leitura Patativa do Assaré, movimento social dedicado ao incentivo à leitura em sua cidade natal.

A educadora também é professora no município de Campo Grande do Piauí e já atuou como instrutora de literatura do Ponto de Cultura CRIARTE, espaço dedicado ao fomento da arte, da cultura e da inclusão social no município.


A poesia e o cordel

A literatura ocupa um espaço especial na trajetória de Gilvane Lídia. Apaixonada pela escrita e pelas produções de cordel, ela escreve versos poéticos desde cedo.

A relação com esse gênero literário também está ligada às suas origens. Gilvane mora no povoado Serra Velha, em Alagoinha do Piauí, onde vive com as duas filhas, Sofia e Ana Larissa.

Sua produção literária transita pelo universo da poesia e do cordel, mantendo uma relação com a cultura e as características da comunidade onde nasceu e vive.


Reconhecimento em concurso de poesia

Em 2022, Gilvane Lídia recebeu uma Menção Honrosa da Academia de Letras da Região de Picos (ALERP), na categoria adulto do concurso de poesia.

Na ocasião, participou com o soneto “Antes mil vezes perder-te”, obra que lhe rendeu o reconhecimento da instituição.

A premiação passou a integrar sua trajetória como escritora e representa um registro de sua participação em iniciativas de valorização da produção poética regional.


Participação no Projeto Piauí em Letras

A trajetória literária de Gilvane Lídia também está registrada no Projeto Piauí em Letras, iniciativa que reúne escritores e produções literárias do estado.

Sua primeira participação ocorreu no Livro VII, lançado em Floriano (PI), em 2024. No ano seguinte, participou da oitava edição, em 2025.

Em 2026, Gilvane integrou a edição mais recente do projeto, lançada em Cocal (PI), apresentando três poesias: “Encenação Real”, “Ana Larissa” e “Indecifrável”.

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A participação em diferentes edições do projeto evidencia a continuidade de sua produção e sua presença em espaços de divulgação da literatura piauiense.


Educação e literatura como caminhos

A atuação de Gilvane Lídia de Brito reúne diferentes frentes: o trabalho na educação, o incentivo à leitura, a participação em iniciativas culturais e a produção de poesia.

Em Alagoinha do Piauí, sua trajetória está ligada tanto ao ambiente escolar quanto às ações de estímulo à leitura e à literatura. Como escritora, encontra na poesia e no cordel uma forma de expressão que acompanha sua história desde a juventude.

As informações para esta matéria foram colhidas pelo Blog do Evaldo Neres junto ao Projeto Piauí em Letras e por meio de pesquisa na internet. 



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9/16/2026

Festa de São Francisco de Assis será realizada de 23 de setembro a 3 de outubro em Cocal

 

Celebração terá como tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna” e contará com novena, missas, procissões e outras atividades religiosas


Imagem ilustrativa/IA


A comunidade católica de Cocal, no Norte do Piauí, se prepara para celebrar a Festa do Pai Seráfico, São Francisco de Assis, que será realizada de 23 de setembro a 3 de outubro de 2026.

De acordo com o convite divulgado pela Pastoral da Comunicação (PASCOM) de Cocal-PI, a programação terá como tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna”, em referência à espiritualidade de São Francisco de Assis e à sua compreensão da vida cristã como caminho de entrega, fraternidade e fé.

O material destaca São Francisco como uma figura marcada pela simplicidade, pobreza, fraternidade e entrega a Deus, à Igreja, aos irmãos e à criação. A programação também está inserida no contexto do Jubileu Franciscano dos 800 anos do Trânsito de São Francisco de Assis, conforme apresentado no convite.


Programação religiosa

A programação prevê atividades diárias durante o período da festa. Entre elas estão confissões, Terço e Novena, Santa Missa, além de atividades comunitárias após as celebrações.

Conforme o convite, diariamente haverá confissões às 18h, seguidas do Terço e Novena, também às 18h, e Santa Missa às 19h. Após a missa, estão previstos leilão e barraca com comidas típicas.

A abertura da programação, no dia 23 de setembro, contará com Alvorada, Ladainha de São Francisco e café partilhado, às 5h30. Às 17h, haverá procissão com saída da Capela Santo Expedito, seguida, às 18h, do hasteamento da bandeira e Santa Missa.

Ao longo dos dias, diferentes pastorais, movimentos, comunidades, bairros e setores da paróquia estarão envolvidos na programação, conforme a organização apresentada pelo Conselho Paroquial.


Encerramento

O encerramento da festa está programado para o dia 3 de outubro, com uma sequência de celebrações.

Às 8h, será celebrada a Santa Missa da Festa. Às 9h, está previsto o Sacramento do Batismo, e às 10h, a Bênção dos Animais.

No período da tarde, às 17h, ocorrerão a Procissão de Encerramento e a Santa Missa.

O convite é encerrado com uma mensagem de fraternidade e com o chamado para que a comunidade participe desse período de celebração, comunhão e reflexão sobre a espiritualidade de São Francisco de Assis. A divulgação é assinada pelo Pe. José Cícero, Pe. Sandro, Frei Djacir e Conselho Paroquial.

A programação apresentada no material da PASCOM contempla, portanto, momentos de oração, celebrações litúrgicas e convivência comunitária, reunindo diferentes grupos e comunidades durante os dias dedicados ao santo franciscano.






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9/12/2026

Caminhada de Rubens Vieira e Francisco Emanuel reúne mais de mil pessoas em Parnaíba


Mobilização no bairro São José contou com vereadores, lideranças comunitárias, apoiadores e moradores de diferentes regiões do município.




O bairro São José, em Parnaíba, recebeu, na tarde deste sábado (12), uma caminhada liderada pelo deputado estadual Rubens Vieira (PT) e pelo prefeito Francisco Emanuel. Segundo informações divulgadas pela assessoria do parlamentar, o ato reuniu mais de mil pessoas pelas ruas da região.

A mobilização teve como objetivo manifestar apoio à reeleição de Rubens Vieira para a Assembleia Legislativa do Piauí. Participaram ainda vereadores que integram a base de apoio do deputado no município, além de lideranças comunitárias, apoiadores e moradores do bairro e de outras regiões de Parnaíba.




Contato com moradores e comerciantes

Durante o percurso, Rubens Vieira e Francisco Emanuel cumprimentaram comerciantes, conversaram com moradores e receberam manifestações de apoio.

A caminhada também serviu como momento de aproximação entre as lideranças políticas e a população, em uma atividade que movimentou as ruas do bairro São José.





De acordo com a assessoria de Rubens Vieira, a presença de apoiadores demonstrou a força da parceria política e administrativa mantida entre o deputado e o prefeito.


Parceria política

Ainda segundo a Ascom/RV, Rubens Vieira e Francisco Emanuel vêm atuando conjuntamente em ações relacionadas à realização de obras e à ampliação de investimentos destinados ao município de Parnaíba.




A assessoria avalia que a mobilização deste sábado reforçou a atuação do grupo político que trabalha pela continuidade do mandato de Rubens Vieira.




A caminhada ocorreu em meio à movimentação política que antecede as eleições e reuniu diferentes segmentos ligados ao grupo de apoio ao parlamentar.



Fonte: Ascom/RV

Eleições: o que agentes públicos não podem fazer segundo a lei

Lei das Eleições estabelece regras para impedir o uso da máquina pública em benefício de candidatos e preservar a igualdade na disputa eleitoral.


Imagem ilustrativa gerada por IA


Em período eleitoral, agentes públicos precisam observar regras específicas para evitar que a estrutura do poder público seja utilizada para favorecer candidatos, partidos ou coligações.

O artigo 73 da Lei nº 9.504/1997, conhecida como Lei das Eleições, estabelece uma série de condutas proibidas. O objetivo principal é preservar a igualdade de oportunidades entre os candidatos e impedir o uso indevido de recursos, serviços ou estruturas da administração pública na disputa eleitoral.

Em linguagem simples: aquilo que pertence ao poder público não pode ser transformado em instrumento de campanha eleitoral.


O que a lei proíbe?

Entre as principais condutas vedadas estão:

1. Usar bens públicos em benefício de candidatos

É proibido ceder ou utilizar bens móveis ou imóveis pertencentes à administração pública em benefício de candidato, partido político ou coligação. A lei prevê exceção para a realização de convenções partidárias.

Isso significa que prédios, veículos, equipamentos e outros bens públicos não devem ser utilizados para favorecer uma candidatura.

2. Usar materiais ou serviços públicos de forma irregular

Também é proibido utilizar materiais ou serviços custeados pelo governo ou pelo Poder Legislativo além das prerrogativas previstas nas normas e regimentos dos órgãos públicos.

Na prática, recursos pagos com dinheiro público não devem ser desviados para atividades de campanha.

3. Utilizar servidores públicos em campanha durante o expediente

A legislação proíbe a cessão ou utilização de servidores públicos ou empregados da administração direta ou indireta do Poder Executivo em comitês de campanha durante o horário normal de expediente.

A exceção ocorre quando o servidor ou empregado estiver regularmente licenciado.

A regra busca impedir que o trabalho pago pelo poder público seja utilizado como mão de obra de campanha.


Publicidade institucional também tem regras

Outro ponto importante envolve a publicidade dos governos.

Nos três meses que antecedem a eleição, é proibida a autorização de publicidade institucional dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos, salvo situações de grave e urgente necessidade pública reconhecidas pela Justiça Eleitoral, além das exceções previstas na legislação.

A restrição também alcança publicidade que continue disponível durante o período proibido. Segundo entendimento do Tribunal Superior Eleitoral, não basta que uma publicidade tenha sido autorizada ou publicada antes do início do período vedado: sua permanência durante o período proibido pode caracterizar irregularidade.

Além disso, a legislação eleitoral estabelece limites para os gastos com publicidade institucional no primeiro semestre do ano da eleição.


Nomeações, demissões e movimentação de servidores

Nos três meses que antecedem a eleição e até a posse dos eleitos, existem restrições à nomeação, contratação, demissão sem justa causa, transferência, remoção e outras medidas relacionadas a servidores públicos na circunscrição do pleito.

A própria lei estabelece exceções, entre elas determinadas nomeações para cargos em comissão, funções de confiança, aprovados em concursos realizados dentro das condições legais e situações relacionadas ao funcionamento inadiável de serviços públicos essenciais.

Portanto, não significa que toda nomeação ou exoneração esteja proibida durante esse período. É necessário verificar se o ato se enquadra em alguma das exceções previstas na legislação.


Distribuição de bens e benefícios no ano eleitoral

Outra regra importante está no § 10 do artigo 73 da Lei das Eleições.

No ano em que houver eleição, é proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios por parte da administração pública.

Existem exceções, como situações de calamidade pública, estado de emergência e programas sociais autorizados em lei e que já estavam em execução orçamentária no exercício anterior.

Além disso, mesmo programas sociais permitidos pela legislação não podem ser utilizados para promover candidatos.

O Tribunal Superior Eleitoral também já destacou que o uso de recursos públicos em benefício de candidato pode caracterizar conduta vedada, inclusive em situações envolvendo distribuição de bens à população.


Quem é considerado agente público?

Para fins eleitorais, o conceito é bastante amplo.

O § 1º do artigo 73 considera agente público aquele que exerce, mesmo que temporariamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou outra forma de vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nos órgãos ou entidades da administração pública direta, indireta ou fundacional.

Isso significa que as regras não atingem somente o servidor efetivo.

Podem estar abrangidas diferentes pessoas que possuem vínculo com a administração pública, de acordo com a situação concreta.


Servidor público e funcionário público não são exatamente a mesma coisa

É importante fazer uma distinção.

No Direito Administrativo, existem diferentes categorias de trabalhadores vinculados ao poder público, como servidores ocupantes de cargos efetivos, empregados públicos e servidores temporários, cada qual submetido ao regime jurídico correspondente.


Já para o Direito Penal, o conceito de funcionário público é mais amplo.

O artigo 327 do Código Penal considera funcionário público, para efeitos penais, quem exerce, mesmo temporariamente ou sem remuneração, cargo, emprego ou função pública. A legislação também equipara determinadas pessoas que trabalham para entidades paraestatais ou empresas contratadas ou conveniadas para executar atividade típica da Administração Pública.


Assim, uma pessoa pode não ser servidora pública efetiva e, ainda assim, ser considerada funcionária pública para fins penais, dependendo das circunstâncias.

Essa diferença é importante porque o conceito utilizado pelo Código Penal não deve ser confundido com o conceito administrativo de servidor público.


E quem presta serviço para a prefeitura ou outro órgão público?

Uma pessoa contratada como prestadora de serviço, autônoma ou terceirizada pode não possuir os mesmos direitos e o mesmo regime jurídico de um servidor público efetivo.

Entretanto, isso não significa que esteja automaticamente fora das regras relacionadas à Administração Pública.

Além do conceito amplo de agente público utilizado pela legislação eleitoral, o Código Penal possui seu próprio conceito de funcionário público para fins penais. Portanto, cada situação deve ser analisada conforme o tipo de vínculo e a atividade efetivamente exercida.


Quais podem ser as consequências?

O descumprimento das regras eleitorais pode gerar consequências importantes.

Entre elas está a aplicação de multa aos responsáveis e, nas hipóteses previstas em lei, também aos candidatos, partidos ou demais beneficiários.

A Lei das Eleições prevê ainda que, em determinadas situações, o candidato beneficiado poderá sofrer cassação do registro ou do diploma.

Também podem existir consequências administrativas, civis e disciplinares, conforme o caso.


E a improbidade administrativa?

Esse ponto exige atenção.

A legislação eleitoral relaciona determinadas condutas vedadas à improbidade administrativa. Porém, não é correto afirmar que toda conduta vedada pelo artigo 73 gera automaticamente um ato de improbidade administrativa.

A Lei nº 8.429/1992, após as alterações promovidas pela Lei nº 14.230/2021, estabelece que os atos de improbidade são condutas dolosas tipificadas na própria legislação. A lei também exige a demonstração dos requisitos específicos para caracterizar a improbidade.

Por isso, uma eventual responsabilização por improbidade deve ser analisada de acordo com os fatos, a conduta praticada, o dolo e os demais requisitos previstos na legislação.


Por que essas regras são importantes?

As eleições devem ocorrer em condições de equilíbrio.

Um candidato que dispõe da estrutura de uma prefeitura, de um governo estadual ou de outro órgão público para realizar sua campanha poderia obter uma vantagem que os demais concorrentes não possuem.

É justamente para evitar esse desequilíbrio que a legislação estabelece limites para o uso de bens públicos, servidores, recursos, publicidade institucional e programas governamentais durante o processo eleitoral.


A ideia central pode ser resumida de maneira simples:

serviço público é para atender ao interesse público, e não para favorecer candidatura.

As regras eleitorais existem para proteger o eleitor, o dinheiro público e a igualdade entre aqueles que disputam uma eleição.


Atenção às diferenças de cada caso

As condutas vedadas previstas no artigo 73 da Lei das Eleições possuem regras, períodos, exceções e consequências diferentes.

Por isso, uma situação concreta deve ser analisada com base na legislação vigente e, quando necessário, com orientação de profissional habilitado ou dos órgãos competentes da Justiça Eleitoral.


Esta matéria tem caráter informativo e não substitui orientação jurídica individualizada.



Fontes de pesquisa: Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Presidência da República/Planalto e legislação eleitoral e administrativa aplicável. A pesquisa inicial também considerou material do Jusbrasil indicado para a elaboração da matéria.


9/10/2026

Gerson Meneses: ciência, literatura e arqueologia a serviço da história e da cultura do Piauí

Natural de Piracuruca, professor e pesquisador do IFPI reúne uma trajetória acadêmica de destaque e dedica parte de seu trabalho à preservação da história, da arqueologia e da cultura piauiense.




Natural de Piracuruca, no Norte do Piauí, Gerson Meneses construiu uma trajetória marcada pela pesquisa científica, pela literatura, pela fotografia e pelo compromisso com a preservação da memória e do patrimônio cultural piauiense.

A história de homens e mulheres que ajudam a construir o Piauí também passa pela ciência, pela cultura e pela dedicação à pesquisa. Entre esses nomes está Gerson Meneses, natural de Piracuruca (PI), professor de informática do Instituto Federal do Piauí (IFPI), Campus Parnaíba, e pesquisador com uma trajetória acadêmica multidisciplinar.

Sua formação reúne diferentes áreas do conhecimento. Gerson Meneses é pós-doutor em Arqueologia, doutor em Biotecnologia, mestre em Ciência da Computação, especialista em Banco de Dados e em Análise de Sistemas, além de bacharel em Ciência da Computação.

Essa diversidade acadêmica também se reflete em sua atuação como pesquisador. Seus trabalhos estão voltados principalmente para a Computação Aplicada, com destaque para pesquisas em Computação Visual, Neurociência e Arqueologia Computacional.

Na área de Neurociência, seus estudos envolvem a análise de padrões presentes em imagens do cérebro. Já na Arqueologia Computacional, dedica-se ao processamento de imagens de arte rupestre e a técnicas como a fotogrametria, utilizando recursos tecnológicos para contribuir com o estudo e a documentação do patrimônio arqueológico.


Ciência e cultura caminhando juntas

Além da carreira acadêmica, Gerson Meneses também encontrou na escrita e na fotografia formas de registrar e divulgar as riquezas do Piauí.

Escritor, fotógrafo da natureza e poeta, ele participa como colaborador de diversas coletâneas literárias, entre elas o tradicional Almanaque da Parnaíba e a série Piauí em Letras, nas edições VII, VIII e IX.


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Entre suas obras, destaca-se o livro “Ensaio histórico e genealógico dos Meneses da Piracuruca”, publicado em 2022, trabalho que reúne elementos históricos e genealógicos relacionados à família Meneses e à história de Piracuruca.


Um projeto permanente de valorização do Piauí

Gerson Meneses também é idealizador e mantenedor do Portal Piracuruca (Portal Piauiando) e do periódico impresso Revista Ateneu, ambos projetos existentes desde 1999.

As iniciativas têm como finalidade divulgar a exuberância dos cenários piauienses, além da cultura, história, mistérios, pré-história, lendas e curiosidades do estado.

Ao longo dos anos, esses projetos se transformaram em importantes instrumentos de divulgação de aspectos que ajudam a compreender a identidade e a riqueza cultural do Piauí.

Projeto Artes do Bitorocaia


Outro trabalho de destaque desenvolvido por Gerson Meneses é o Projeto Artes do Bitorocaia, iniciado em 2018.

A iniciativa tem como objetivo o mapeamento e a catalogação de sítios arqueológicos com registros rupestres existentes no Piauí, aproximando tecnologia, pesquisa científica e preservação do patrimônio histórico.

O projeto representa uma importante contribuição para o conhecimento e a documentação dos vestígios deixados pelos povos que habitaram o território piauiense em períodos anteriores à história registrada.

Por meio da fotografia, da computação, da arqueologia e de ferramentas tecnológicas, o trabalho busca ampliar o conhecimento sobre esses locais e contribuir para que a memória arqueológica do estado seja conhecida e preservada.


Um olhar multidisciplinar sobre o Piauí

A trajetória de Gerson Meneses demonstra como diferentes áreas do conhecimento podem dialogar em favor de um mesmo propósito.

Da Ciência da Computação à Arqueologia; da pesquisa acadêmica à poesia; da fotografia da natureza à produção editorial, sua atuação revela um olhar atento para as múltiplas riquezas do Piauí.

Em seus projetos, a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta e passa a atuar também como instrumento de preservação da memória, documentação do patrimônio e divulgação da cultura.

Para Piracuruca e para o Piauí, iniciativas como as desenvolvidas por Gerson Meneses ajudam a revelar que preservar a história não significa apenas olhar para o passado, mas também utilizar o conhecimento e a tecnologia do presente para garantir que essa história continue sendo conhecida pelas futuras gerações.


Gerson Meneses é, portanto, um nome que transita entre a ciência e a cultura, levando consigo o compromisso de pesquisar, registrar e divulgar as riquezas do Piauí.



Fonte das informações: Projeto Piauí em Letras.

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9/09/2026

Política | Rubens Vieira participa de procissão em homenagem à padroeira de Parnaíba

Deputado estadual acompanhou o cortejo ao lado do prefeito Francisco Emanuel e destacou a importância da tradição religiosa para a população parnaibana


O deputado estadual Rubens Vieira (PT) participou, na noite desta terça-feira (8), da tradicional procissão em homenagem a Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, padroeira de Parnaíba, no litoral do Piauí.

Ao lado do prefeito Francisco Emanuel, o parlamentar percorreu as ruas da cidade acompanhando os fiéis durante o cortejo religioso. A celebração foi marcada por manifestações de fé, devoção e respeito a uma das tradições religiosas mais importantes do município.


A programação reuniu famílias, moradores de diferentes bairros, autoridades e integrantes da comunidade católica, que participaram da caminhada e prestaram homenagens à padroeira.

Além do caráter religioso, o momento também representou uma oportunidade de encontro e união entre os parnaibanos, reforçando valores como esperança, solidariedade e fraternidade.

 

Rubens Vieira destaca tradição religiosa

Durante a caminhada, Rubens Vieira ressaltou a importância da festividade para a identidade religiosa e cultural de Parnaíba.

“Foi uma noite de fé, união e renovação da esperança. Ao lado do prefeito Francisco Emanuel e do povo parnaibano, acompanhamos esta tradição tão especial. Que Nossa Senhora Mãe da Divina Graça continue abençoando Parnaíba e todas as suas famílias”, declarou o deputado.


A participação do parlamentar ao lado do prefeito Francisco Emanuel também evidenciou a proximidade entre os dois e a parceria em torno de ações voltadas ao município.

Rubens Vieira e Francisco Emanuel têm defendido uma atuação integrada em pautas relacionadas ao desenvolvimento de Parnaíba e à melhoria da qualidade de vida da população.

A procissão de Nossa Senhora Mãe da Divina Graça, além de reunir milhares de fiéis em um momento de espiritualidade, mantém viva uma tradição que faz parte da história, da cultura e da identidade religiosa de Parnaíba. 



I

Informações & fotos: Ascom/RV

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Gente da Gente: Jefferson Ricardo, o “Catitão”, uma vida marcada pelo amor ao futebol e por histórias que emocionam

Conhecido carinhosamente como “Catitão”, Jefferson Ricardo Azevedo e Silva é cocalense, autônomo e apaixonado por futebol, esporte que lhe proporcionou um dos momentos mais emocionantes de sua vida.


Foto: Anônima | Edição: Firefly


Nascido em 27 de julho de 1987, em Cocal-PI, Jefferson é profissional autônomo e atualmente solteiro. 

Filho da terra, mantém uma forte ligação com sua cidade e, principalmente, com uma de suas maiores paixões: o futebol.


Catitão: apelido que virou identidade

Para muitos, talvez o nome Jefferson Ricardo Azevedo e Silva seja pouco conhecido quando comparado ao apelido que o acompanha no cotidiano.

Catitão é seu apelido carinhoso e também seu “nome de guerra”, como ele próprio define. É assim que é reconhecido por amigos e companheiros, especialmente no meio esportivo.

E quando o assunto é esporte, não há dúvida sobre qual é a preferência de Jefferson.

“Minha maior paixão é o futebol.”

A frase resume uma relação que vai muito além de simplesmente acompanhar partidas. 

O futebol faz parte de sua vida, de suas amizades e de momentos importantes de sua trajetória.


Uma história também marcada pela dor

Como acontece com todas as pessoas, a caminhada de Jefferson também é formada por momentos de alegria e de profunda tristeza.

Entre os fatos mais marcantes de sua vida está um dos momentos mais dolorosos que alguém pode enfrentar: 

receber a notícia de que seu primeiro filho havia ido a óbito ainda no seio materno.

Uma experiência difícil, que deixou marcas e passou a fazer parte de sua história pessoal.

Mesmo diante de uma perda tão dolorosa, Jefferson seguiu sua caminhada, carregando consigo as lembranças e os sentimentos daquele momento.


A emoção de vestir a camisa de Cocal

Se existe uma paixão que ocupa lugar especial na vida de Jefferson, é o futebol. 

E essa paixão ganhou um significado ainda maior quando ele passou a integrar a Seleção de Cocal.

Foi justamente defendendo as cores de sua cidade que viveu um dos momentos mais emocionantes de sua trajetória esportiva.

Em 2026, a equipe cocalense conquistou o Campeonato da Planície Litorânea, promovido pela Associação Piauiense de Municípios (APPM).

A decisão aconteceu na cidade de Parnaíba-PI, diante da equipe de Buriti dos Lopes.

E o resultado não poderia ser melhor para os cocalenses: Seleção de Cocal 2 x 0 Buriti dos Lopes.

A vitória garantiu o título para Cocal e proporcionou aos jogadores, à comissão técnica e aos torcedores um momento inesquecível.

Para Jefferson, que fazia parte da equipe, aquela conquista teve um significado ainda mais especial.


Um título para guardar na memória

Vestir a camisa da Seleção de Cocal e participar de uma conquista representando sua própria cidade é, certamente, uma experiência que permanece na memória.

Para quem tem no futebol sua maior paixão, levantar um troféu defendendo as cores do município onde nasceu representa muito mais do que uma simples vitória dentro de campo.

É orgulho.

É emoção.

É pertencimento.

É poder dizer que, de alguma maneira, também ajudou a escrever uma página importante da história esportiva de Cocal.

O título da Planície Litorânea 2026 passou a ocupar um lugar especial entre as lembranças de Jefferson Ricardo, o nosso Catitão.


Gente como a gente

O “Gente da Gente” busca justamente histórias como a de Jefferson: pessoas comuns, que fazem parte do cotidiano da comunidade e que, através de suas experiências, ajudam a construir a identidade de Cocal.


Catitão é um desses personagens.

Autônomo, cocalense, amigo, companheiro de equipe e apaixonado pelo futebol, 

Jefferson carrega uma história que mistura superação, emoção, amizade, paixão pelo esporte e orgulho de representar sua terra.

Entre as dores que a vida impôs e as alegrias que o futebol lhe proporcionou, ele segue escrevendo sua própria história.

E agora, essa história também fica registrada nas páginas do Blog Evaldo Neres, através do quadro “Gente da Gente”.

Jefferson Ricardo Azevedo e Silva — Catitão

Nascimento: 27 de julho de 1987

Naturalidade: Cocal-PI

Profissão: Autônomo

Estado civil: Solteiro

Apelido: Catitão

Esporte preferido: Futebol

Paixão: Futebol

Equipe: Seleção de Cocal

Momento marcante no esporte: Conquista do Campeonato da Planície Litorânea 2026, em Parnaíba-PI, com vitória de Cocal por 2 a 0 sobre Buriti dos Lopes.



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Gilvane Lídia de Brito: literatura e educação em Alagoinha do Piauí

Educadora, escritora e incentivadora da leitura, Gilvane Lídia participa do Projeto Piauí em Letras desde a sétima edição Imagem: Piauí em L...