Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna”
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Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro prepara novena, procissões, missas, batismo e bênção dos animais com o tema “É Morrendo que se Vive para a Vida Eterna”
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Duas datas na memória dos radialistas
O Dia do Radialista é oficialmente comemorado no Brasil em 7 de novembro, mas a data ainda costuma gerar dúvidas entre profissionais e ouvintes. Durante décadas, 21 de setembro foi lembrado como o dia dedicado aos radialistas, tradição que permaneceu mesmo depois da mudança estabelecida pela legislação federal.
A definição oficial ocorreu em 24 de julho de 2006, quando foi sancionada a Lei nº 11.327, instituindo o Dia do Radialista em 7 de novembro. A escolha da data foi uma homenagem ao nascimento do compositor, músico e radialista Ary Barroso, ocorrido em 7 de novembro de 1903, em Ubá, Minas Gerais.
A origem da tradição de 21 de setembro
A história de 21 de setembro está relacionada à regulamentação das condições de trabalho e à remuneração dos profissionais de radiodifusão. Registros da Câmara dos Deputados apontam que, durante o governo de Getúlio Vargas, foi estabelecida uma referência de remuneração mínima para trabalhadores de empresas de radiodifusão, fato que contribuiu para a associação da data à categoria.
Com o passar dos anos, 21 de setembro consolidou-se como uma data tradicional de homenagem aos profissionais do rádio. Mesmo após a instituição do novo marco legal, a antiga data continuou sendo lembrada por parte da categoria.
Ary Barroso e a nova data oficial
A escolha de 7 de novembro está diretamente ligada à trajetória de Ary Barroso, um dos nomes importantes da música popular brasileira e também do rádio.
Autor de obras como Aquarela do Brasil, Ary Barroso teve atuação como músico, compositor, locutor e cronista esportivo. Sua ligação com o rádio foi marcante, especialmente por sua participação em programas radiofônicos e na cobertura esportiva.
Foi justamente para homenagear o nascimento do artista que a Lei nº 11.327/2006 estabeleceu oficialmente o dia 7 de novembro como o Dia do Radialista.
E onde entra o dia 25 de setembro?
Além das duas datas relacionadas aos radialistas, o calendário brasileiro também reserva 25 de setembro para o Dia Nacional do Rádio.
A data é associada ao nascimento de Edgar Roquette-Pinto, considerado um dos pioneiros da radiodifusão brasileira e fundador, em 1923, da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. A primeira transmissão radiofônica pública oficial no Brasil havia ocorrido no ano anterior, durante as comemorações do centenário da Independência.
Em 2025, o Dia Nacional do Rádio passou também a contar com uma lei específica: a Lei nº 15.101/2025 estabeleceu oficialmente a data de 25 de setembro no calendário nacional.
Três datas, uma história de comunicação
Assim, o calendário relacionado ao rádio reúne diferentes referências históricas:
21 de setembro: data tradicionalmente associada aos radialistas, ligada à história da regulamentação e da remuneração da categoria;
25 de setembro: Dia Nacional do Rádio, relacionado ao nascimento de Roquette-Pinto;
7 de novembro: Dia do Radialista oficialmente instituído pela Lei nº 11.327/2006, em homenagem a Ary Barroso.
Mais do que uma questão de calendário, as datas ajudam a contar a trajetória de uma profissão e de um meio de comunicação que atravessaram diferentes gerações.
O rádio passou pelas grandes transformações tecnológicas, chegou à era digital e atualmente também está presente na internet, nos aplicativos e nas plataformas de áudio. Ainda assim, permanece ligado à informação, à prestação de serviço, ao entretenimento e à companhia diária de milhões de ouvintes.
Por isso, independentemente da data escolhida para a homenagem, o Dia do Radialista representa uma oportunidade para reconhecer os profissionais que fazem do rádio um importante instrumento de comunicação com a sociedade.
Fonte: Farcom
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Lei nº 9.504/1997 estabelece limites sobre menções a candidatos, partidos e pesquisas; descumprimento pode levar à perda de registro ou de mandato
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Desde quinta-feira, 17 de setembro, e até o dia 29 de novembro, emissoras de rádio e televisão de todo o Brasil passam a cumprir um conjunto de restrições sobre o que transmitem a respeito de candidatos, partidos políticos, coligações e também sobre manifestações de posição política dos eleitores. As determinações estão previstas na Lei das Eleições — Lei nº 9.504/1997 — e integram o calendário eleitoral.
Quem não observar as normas pode sofrer consequências graves: o registro de candidatura ou mesmo o diploma de eleito pode ser cassado em razão do uso indevido dos meios de comunicação.
O que é permitido
Conforme orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as emissoras continuam com liberdade para promover debates políticos e citar nomes de candidatos, legendas e coligações dentro de programas jornalísticos, desde que com isenção e dentro das regras.
O que está proibido
Já a exibição de qualquer material que cite ou favoreça candidatos, partidos ou coligações fica vedada. Isso inclui não apenas peças de propaganda política, mas também menções inseridas em novelas, filmes, séries e quaisquer produções que não sejam noticiosos ou debates autorizados.
Programas que tenham no título o nome de algum candidato ou que façam menção a ele não poderão ser transmitidos até depois do segundo turno das eleições. Candidatos que exerciam a função de apresentadores de programas já deveriam ter se afastado de suas funções desde o dia 11 de agosto, conforme a legislação vigente.
Pesquisas eleitorais com restrição
Até a data do segundo turno, também não é permitido veicular imagens de pesquisas ou consultas eleitorais nas quais seja possível identificar o entrevistado. Da mesma forma, é vedada qualquer apresentação que configure manipulação de dados ou de resultados.
As regras valem para todas as emissoras, em todo o território nacional, e devem ser seguidas rigorosamente para evitar sanções aos responsáveis e aos candidatos envolvidos.
Fonte: Farcom
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| Foto: Emília São Pedro |
Celebração terá Missa em Ondina, caminhada até o Farol da Barra e adoração ao Santíssimo Sacramento
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Campanha realizada em setembro busca ampliar o diálogo sobre saúde mental, reduzir estigmas e incentivar a procura por ajuda.
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Setembro é marcado pela conscientização sobre a prevenção do suicídio
O mês de setembro é marcado no Brasil pelo Setembro Amarelo, movimento de conscientização sobre a prevenção do suicídio. A iniciativa busca contribuir para a quebra de tabus, a redução do estigma relacionado à saúde mental e o estímulo ao diálogo e à procura por ajuda.
O movimento teve sua primeira edição no Brasil em 2015, com participação do Centro de Valorização da Vida (CVV) entre as entidades mobilizadoras. A escolha de setembro está relacionada ao Dia Mundial de Prevenção do Suicídio, celebrado em 10 de setembro.
Em 2026, a Organização Mundial da Saúde (OMS) mantém como tema do triênio 2024–2026 a proposta “Changing the narrative on suicide” — em tradução livre, “Mudando a narrativa sobre o suicídio” — com o chamado para iniciar conversas sobre o tema e ampliar espaços de acolhimento e apoio.
A importância da escuta
Entre as mensagens trabalhadas pelo CVV neste Setembro Amarelo está “Escutar é estar presente”. A proposta destaca a importância de oferecer uma escuta acolhedora a pessoas que estejam passando por sofrimento emocional, criando condições para que possam falar sobre o que sentem e buscar apoio.
A prevenção também envolve a participação da família, dos amigos, das comunidades, das instituições e dos serviços públicos. Conversar sobre saúde mental de maneira responsável contribui para reduzir o silêncio e os preconceitos que podem dificultar a procura por ajuda.
Por que a cor amarela?
A história que deu origem ao uso do amarelo na prevenção do suicídio está relacionada ao norte-americano Mike Emme, de 17 anos, que morreu em 1994. Mike havia restaurado e pintado de amarelo um Ford Mustang 1968.
Após sua morte, familiares e amigos distribuíram cartões e fitas amarelas com mensagens de incentivo à busca por ajuda. A iniciativa deu origem ao Yellow Ribbon Suicide Prevention Program, tornando a cor amarela um símbolo associado à prevenção do suicídio.
Onde buscar ajuda
O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito pelo telefone 188, com atendimento disponível em todo o território nacional. O serviço também disponibiliza atendimento por meio de seu site oficial.
Na rede pública de saúde, pessoas que necessitam de atendimento relacionado à saúde mental podem procurar os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), conforme a necessidade de cada caso.
O Setembro Amarelo reforça, assim, que falar sobre saúde mental, ouvir sem julgamentos e procurar ajuda são atitudes importantes para a prevenção e para o cuidado com a vida.
Em caso de sofrimento emocional ou pensamentos relacionados ao suicídio, procure ajuda. O CVV atende gratuitamente pelo telefone 188. Em situações de emergência, procure imediatamente um serviço de urgência e emergência ou acione o SAMU pelo 192.
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O Instituto Federal do Piauí (IFPI) está selecionando jovens de 18 a 25 anos para o Projeto Juventude Rural Transformadora, iniciativa voltada à formação de jovens ligados ao meio rural.
Na região da Planície Litorânea, são disponibilizadas nove vagas: duas para Cocal dos Alves, uma para Buriti dos Lopes, duas para Parnaíba, duas para Cajueiro da Praia e duas para Ilha Grande.
Os selecionados receberão bolsa de R$ 1.000 por mês, durante até 14 meses, conforme as condições estabelecidas no processo seletivo.
Quem pode participar
Podem participar jovens de 18 a 25 anos que sejam egressos do IFPI, de Escolas Famílias Agrícolas, Escolas Rurais ou Escolas Agrotécnicas, com formação nas áreas de Agrárias, Administração ou Meio Ambiente.
Também é necessário:
* possuir inscrição no CadÚnico;
* não possuir vínculo empregatício durante o período de formação;
* não ter participado de turmas anteriores do Projeto Juventude Rural Transformadora.
Como será a seleção
A seleção contará com análise documental, avaliação do histórico escolar e entrevista on-line.
As inscrições devem ser realizadas pela internet, por meio do sistema de processos seletivos do Instituto Federal do Piauí.
📌 Prazo para inscrição: até 20 de setembro de 2026.
Os interessados podem acessar a plataforma oficial de processos seletivos do IFPI:
Processos Seletivos do IFPI (https://seletivos.ifpi.edu.br/?utm_source=chatgpt.com)
Vagas na Planície Litorânea
Confira a distribuição das nove vagas informadas para a região:
| Município | Vagas |
| ----------------------- | ------: |
| Cocal dos Alves | 2 |
| Buriti dos Lopes | 1 |
| Parnaíba | 2 |
| Cajueiro da Praia | 2 |
| Ilha Grande | 2 |
| Total | 9 |
A oportunidade busca contribuir para a formação de jovens e para o fortalecimento de iniciativas relacionadas ao desenvolvimento rural.
Fonte: IFPI Campus Cocal.
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