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Imagem: Blog Cocal Alerta |
Presidido pelo juiz Dr. Willmann Izac Ramos Santos, o julgamento foi realizado durante sessão do Tribunal do Júri, na 1ª Vara Criminal da Comarca de Parnaíba, no Norte do Piauí. A sessão teve duração de aproximadamente 14 horas e 30 minutos, com início às 9h da manhã e encerramento por volta das 23h30, momento em que foi lida a sentença condenatória.
Durante o julgamento, foram ouvidas testemunhas, além do comparecimento da própria vítima ao plenário, onde relatou o atentado sofrido em janeiro de 2013. Algumas testemunhas também declararam ter sido procuradas e pressionadas pelo réu José Maria Siqueira após o crime, em razão dos depoimentos prestados à Polícia Civil à época das investigações.
A decisão judicial também determinou o pagamento das custas processuais, tendo sido expedidos os respectivos mandados de prisão.
Conforme consta nos autos do processo, em um dos interrogatórios realizados perante o juiz da Comarca de Cocal, Domingos teria confessado que José Tijoba o procurou por duas vezes, oferecendo a quantia de R$ 5 mil para executar o crime.
A execução do crime, segundo a acusação do Ministério Público
De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o crime ocorreu na manhã do dia 21 de janeiro de 2013. Na ocasião, Nonatinho saiu de sua residência, localizada na comunidade Biridibinha, zona rural de Cocal, com destino à sede do município.
Durante o trajeto, nas proximidades do povoado Vidéu, a vítima foi surpreendida por uma emboscada montada por indivíduos que estavam em uma caminhonete D-20, de cor vinho, com o capô levantado.
Ainda conforme a acusação, um dos suspeitos ordenou que Nonatinho entregasse a motocicleta e corresse para dentro do mato. Ao obedecer à ordem, ele foi atingido por um disparo de arma de fogo nas costas.
O tiro, no entanto, atingiu a mochila que a vítima carregava, onde estavam um notebook e documentos, fator que acabou sendo decisivo para preservar sua vida.
Na época dos fatos, Nonatinho disputava a presidência do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, em oposição a Zé Tijoba, então ocupante do cargo. A motivação político-sindical é apontada pelo Ministério Público como a principal linha de acusação no caso.
Fonte: Blog Cocal Alerta





































